Ações

Carteira de Ações - Agosto/2020

Felipe Silveira31/07/2020

Julho foi mais um mês de valorização de ativos de risco, após as grandes quedas vistas em março com a chegada da pandemia. Porém, diferentemente dos meses anteriores, a alta foi menos generalizada.

Por um lado, grande parte das ações performou bem (o Ibovespa recuperou o patamar dos 100 mil pontos, após ter atingido 64 mil pontos em março), assim como títulos de renda fixa prefixados e indexados à inflação com vencimentos mais longos, em função da queda das expectativas de taxas de juros futuras.

Por outro, os fundos imobiliários, de maneira geral, se desvalorizaram (o Ifix, índice de FIIs, caiu 2,6%), enquanto permanece a incerteza quanto a como será a utilização de escritórios e as compras físicas após o fim da pandemia.

Durante o mês, foram divulgados muitos dados econômicos ainda bastante ruins, mas muitos deles não tão ruins quanto o esperado, o que trouxe otimismo quanto uma recuperação um pouco mais rápida do que o previsto.

Mas o ainda crescente número de casos de Covid-19 pelo mundo trouxe volatilidade, ainda que as preocupações tenham sido parcialmente compensadas pelos resultados promissores de testes de vacinas em desenvolvimento divulgados por algumas empresas.

Lá fora, outra preocupação foi o aumento da tensão entre EUA e China, após Donald Trump anunciar que iria retirar o status especial de Hong Kong e ambos os países fecharem consulados um do outro em seus territórios.  

Na Europa, o evento que mais chamou a atenção foi a aprovação pela União Europeia de um plano de € 1,8 trilhão para recuperar a economia do bloco. Nos EUA, também já está se discutindo um novo pacote de estímulos, porém a discordância entre democratas e republicanos quanto ao seu teor pode tornar sua aprovação mais morosa.

Por aqui, apesar da demora, Paulo Guedes finalmente apresentou uma primeira versão da reforma tributária ao Congresso, que, apesar da reclamação de alguns setores, foi bem recebida pelo mercado, tanto por ser necessária uma revisão do sistema tributário, quanto pela sinalização de retomada da agenda econômica do governo.

Olhando para frente, os principais riscos são a velocidade de recuperação da economia aqui e lá fora, a piora da relação entre EUA e China (podem haver consequências negativas para os acordos comerciais e a economia) e a aproximação da eleição presidencial americana, ainda que Trump tenha sugerido o seu adiamento em função da pandemia (se prepare para volatilidade).

Nesse mês, optamos por não realizar nenhuma alteração na carteira.

Lembramos que recomendamos que, do total de sua carteira de investimentos, aloque em ações apenas o percentual que recomendamos na Carteira Capital, de acordo com seu perfil de risco.

Carteira de Ações (Agosto/2020)

Ativo Setor/Tipo Alocação Preço P/E Forward

Preço da ação dividido pela expectativa de mercado do lucro por ação para os próximos 12 meses.

ROE 12M

Lucro líquido dos últimos 12 meses dividido pelo patrimônio líquido médio do período.

Ações Brasil 40%

Arezzo

ARZZ3

Bradesco

BBDC4

BTG Pactual

BPAC11

Cosan

CSAN3

CVC

CVCB3

Fleury

FLRY3

Magazine Luiza

MGLU3

SLC Agrícola

SLCE3

Unidas

LCAM3

Vale

VALE3

Arezzo

ARZZ3

Calçados 4% R$ 52,76 30.8 23.6%

Bradesco

BBDC4

Serviços financeiros 4% R$ 22,44 9.3 13.1%

BTG Pactual

BPAC11

Serviços financeiros 4% R$ 86,42 20.9 18.9%

Cosan

CSAN3

Energia 4% R$ 90,40 22.7 21.0%

CVC

CVCB3

Turismo 4% R$ 20,80 11.9 28.7%

Fleury

FLRY3

Medicina diagnóstica 4% R$ 25,61 35.2 8.2%

Magazine Luiza

MGLU3

Varejo 4% R$ 80,71 203.6 16.5%

SLC Agrícola

SLCE3

Agrícola 4% R$ 23,20 11.1 13.1%

Unidas

LCAM3

Locação de veículos 4% R$ 19,13 23.7 10.5%

Vale

VALE3

Mineração 4% R$ 60,71 7.3 3.7%
Ações EUA 60%

S&P 500 (ETF)

IVVB11

S&P 500 (ETF)

IVVB11

ETF 60% R$ 183,68 22.1 12.3%

 

Com as taxas de juros na mínima histórica, é muito importante alocar uma parte de seus investimentos em ações para se obter maiores retornos no longo prazo.

Na Carteira de Ações, sugerimos 10 ações com o objetivo de superar a rentabilidade do Ibovespa no longo prazo, porém correndo um risco um pouco superior à alocação de ações indicada na Carteira Capital. Isso porque, aqui, a concentração do portfólio é maior.

Além do mais, também faz parte da carteira o IVVB11, ativo que replica o S&P 500, principal índice de ações dos EUA. Ele diminui o risco do portfólio, já que aumenta a diversificação e também pelo fato de os investimentos serem feitos em dólar (quando o dólar se valoriza em relação ao real, o IVVB11 se valoriza além da variação do S&P 500).

Mantidas

Arezzo

ARZZ3

Alocação: 4%

A Arezzo opera por meio de diversas marcas, que focam em públicos bem diversos, com 47 anos de experiência, sendo a líder no setor de calçados, bolsas e acessórios com cerca de um terço do mercado nas classes A e B. São mais de 14 milhões de pares vendidos por ano e quase 2 milhões de bolsas.

Entre os destaques financeiros, a companhia tem entregado crescimento médio de quase 9% no lucro líquido por ano desde 2015, com um modelo de negócios que consideramos bem interessante, devido às suas características asset light, com a maior parte das suas lojas no sistema de franquia e 90% da produção sendo terceirizada. Essas características permitem que a companhia mantenha um nível de endividamento bem baixo, com caixa líquido.

Bradesco

BBDC4

Alocação: 4%

O Bradesco está negociando a cerca de 8x o seu lucro projetado para o ano que vem. Mesmo considerando que esse lucro pode ser revisado para baixo, ainda assim, é uma relação bem baixa, ainda mais considerando o modelo de negócios que já se mostrou extremamente resiliente e com retornos robustos mesmo em períodos de forte crise no passado.

Além disso, destacamos o elevado grau de provisão do resultado do Bradesco no primeiro semestre, que serve como uma espécie de colchão no balanço para amortecer o impacto de um possível aumento da inadimplência nos próximos trimestres.

Não ignoramos a concorrência dos bancos digitais, que devem impactar cada vez mais os números dos grandes bancos, os chamados incumbentes. Porém, vemos alguns segmentos, como crédito, ainda sendo dominado pelos bancões por um bom tempo. 

No mais, vale mencionar a atuação do Bradesco por meio do Next, o seu banco digital, que passou de 2,7 milhões de contas ao final do 2T20.

O resultado divulgado no final de julho ainda foi bastante impactado por provisões bastante elevadas, como comentei, que chegaram perto de R$ 9 bilhões. O que compensou parcialmente esse efeito foi o resultado da tesouraria do banco e da área de seguros.

BTG Pactual

BPAC11

Alocação: 4%

O BTG é um banco que tem uma atuação bem diversificada, com receitas bem divididas entre algumas áreas consideradas core business e alguns outros negócios.

Entre os negócios principais, se destacam a atuação como banco de investimentos, na assessoria de M&A, além de participar da emissão de ações e de dívidas pelas companhias de capital aberto. Essa linha de receita mais do que dobrou em 2019 em relação a 2018. Além disso, há o negócio de crédito, focado em clientes corporativos. Há uma boa diversificação de empresas e setores.

O segmento que mais contribuiu para a receita do BTG em 2019, no entanto, não foi crédito ou o banco de investimento. As mesas do banco, impulsionadas pelo bom resultado das mesas de juros, de ações e de câmbio, responderam por quase um terço da receita total do BTG. É um dos segmentos, porém, com a menor previsibilidade de receita.

Para fechar as atividades principais do BTG, estão as áreas de gestão de recursos, a asset do banco e a assessoria de investimentos. Essa última, agora reforçada pela sua atuação digital. Essa é uma das principais razões da nossa recomendação, tendo em vista o espaço grande que o banco tem para explorar o mercado de investimento no varejo hoje dominado pela XP, sendo que a corretora ainda tem uma participação ínfima se considerarmos o tamanho dos bancões.

No primeiro trimestre, houve entrada líquida de recursos na custódia do banco no valor de R$ 21,2 bilhões. Nesse sentido, o BTG fechou em julho um acordo com o EQI, um dos principais escritórios de AAI da XP.

Vale destacar também a participação que o BTG tem no Banco Pan, que também é uma das apostas do banco nesse processo de digitalização, focado em um público hoje não atendido pelo BTG diretamente.

Cosan

CSAN3

Alocação: 4%

A Cosan é uma empresa com três principais unidades de negócio:

1 – Raízen Energia, produtora de açúcar, etanol e energia elétrica (a partir do bagaço da cana-de-açúcar);

2 – Raízen Combustíveis, distribuidora de combustíveis e detentora da marca Shell e das lojas de conveniência Shell Select;

3 – Comgás, maior distribuidora de gás natural do Brasil e fornecedora dos segmentos industrial, comercial, residencial e automotivo.

Atualmente, o preço do açúcar está baixo, em função da alta produção global, o que vem impactando negativamente os resultados da Cosan. Enquanto isso, a cana é destinada em maior volume para a produção de etanol.

Já a Raízen Combustíveis apresenta performance superior à de seus competidores, com crescimento de volume total e por posto superior ao da média do mercado. Soma-se a isso ainda o fato de que em agosto do ano passado a empresa anunciou uma sociedade (para a qual vemos bastante potencial) com a mexicana Femsa, focada em expandir a rede de lojas de conveniência.

Em julho, a companhia anunciou uma reorganização societária que vai trazer o braço de logística do grupo para baixo do guarda-chuva da Cosan. Preparei um relatório para comentar a transação. Para acessá-lo, clique aqui.

CVC

CVCB3

Alocação: 4%

A pandemia de covid-19 claramente tem um impacto muito pesado nos negócios da companhia no curto prazo. Com a proporção que a crise tem ganhado, é bem razoável também considerar que no médio prazo o segmento seja substancialmente prejudicado. Isso se deve, primeiro, pelo receio que devemos observar especialmente nos passageiros de turismo e também pela deterioração nas condições macroeconômicas pós-coronavírus.

Para mitigar esses efeitos, a companhia tem tomado algumas atitudes importantes.

Duas das que consideramos principais dizem respeito aos franqueados, um importante canal de vendas para a companhia. A CVC tem buscado obter linhas de crédito para esses microempreendedores, além de negociar diretamente com as administradoras de shoppings a situação dos aluguéis nesse primeiro período mais crítico.

A companhia também reduziu temporariamente em 50% a jornada de trabalho de parte considerável dos colaboradores (as exceções são aqueles trabalhando em temas considerados emergenciais) a partir de 1º de abril. Além disso, cortou em 50% o salário de diretores e membros do conselho de administração a partir da mesma data.

A CVC ainda suspendeu contratações e promoções, postergou projetos não prioritários e suspendeu investimentos em marketing.

Ao final do ano passado, o caixa da CVC era de aproximadamente R$ 365 milhões, mas há um saldo mais relevante, de R$ 3,2 bilhões, de contas a receber, sendo 55%, ou seja quase R$ 1,8 bilhão, de viagens já realizadas. Ainda há um saldo de R$ 811 milhões que na sua maior parte diz respeito a adiantamento de bilhetes aéreos. Com exceção do caixa, os dados são do 3T19.

A CVC estima que os gastos recorrentes mensais da companhia, com salários, impostos, investimentos prioritários e juros do endividamente, sejam de cerca de R$ 50 milhões.

Vale mencionar que a companhia divulgou resultados preliminares e não auditados referentes a 2019 e, mesmo com todos os desafios que enfrentou durante o ano, a CVC entregou R$ 187,6 milhões de lucro líquido.

Por fim, temos visto como muito positivas as iniciativas que o novo presidente da CVC vem detalhando sobre a transformação digital que a companhia deve passar.

Em julho, a companhia reforçou o seu caixa por meio de um follow-on e divulgou algumas atualizações que comentamos nesse relatório.

Fleury

FLRY3

Alocação: 4%

O Fleury é um grupo focado em medicina diagnóstica que tem cerca de 85% da sua receita vindos de 222 unidades de atendimento espalhadas por oito estados, com diversas marcas. As mais conhecidas são a própria marca Fleury e a “a+”.

Praticamente todo o resto de sua receita vem das suas operações em hospitais; são 25 instituições em que o Fleury está presente. Além disso, uma parte pequena da receita vem da atuação como laboratório de referência, em que outros laboratórios usam a expertise do Fleury na realização de exames de média e alta complexidade. A companhia ainda tem 51% no Grupo Papaiz, JV com a Odontoprev, que atua em diagnósticos odontológicos.

Além de crescer orgânicamente, a companhia tem sido uma das consolidadoras do setor, com três aquisições anunciadas em 2019, focadas no mercado nordestino.

O Fleury acabou de divulgar o seu resultado referente ao 2T20 com impacto forte da pandemia, já que a redução no número de consultas médicas acaba refletindo em um menor número de exames, o que resultou em um prejuízo nesse trimestre.

Magazine Luiza

MGLU3

Alocação: 4%

A Magazine Luiza é uma das maiores varejistas do Brasil, com receita de R$ 19,8 bilhões em 2019. A companhia tem liderado os investimentos em inovação no setor, o que tem se traduzido em um crescimento acelerado, acima da média dos concorrentes, e em melhora substancial na sua rentabilidade.

Além disso, embaixo da Magalu, há duas sociedades: a Luizacred, com o Itaú, que opera nos segmentos de cartão de crédito e empréstimos; e a Luizaseg, com uma empresa do grupo BNP Paribas, que virou uma das líderes no Brasil em seguro de garantia estendida.

Para complementar, a companhia também tem sido bastante ativa em aquisições, com exemplos como a plataforma logística Logbee, a Softbox, de soluções para e-commerce, além da Netshoes, adquirida nesse ano após uma disputa ferrenha com a Centauro.

SLC Agrícola

SLCE3

Alocação: 4%

A SLC é uma das principais produtoras brasileiras de algodão, soja e milho, com atuação em seis estados brasileiros. A SLC atuava apenas em áreas próprias, algo que vem mudando nos últimos anos.

Na safra 2019/20, apenas 48% da área plantada era própria da companhia, com o restante sendo arrendamentos ou joint ventures. Além disso, a companhia tem terceirizado partes do processo, como a colheita de soja, que já é 38% terceirizada.

Isso ajudou à companhia reduzir o seu endividamento, que chegou a 1,22x o seu Ebitda, após um pico de 2,05x no meio do ano passado.

Olhando a divisão por produto, apesar de ser apenas 28% da área plantada, o algodão representa cerca de 50% da receita da companhia. Já a soja, com 53% da área, responde por outros 40% da receita e o milho, 19% da área, por outros 10%.

Entre as principais variáveis para a companhia estão os preços dessas commodities, o câmbio e o clima. Para mitigar o efeito do último, a companhia tem a diversificação entre as três culturas, além de metade da área plantada estar no Nordeste e a outra metade no Centro-Oeste.

Para os outros dois, a companhia tem uma política de hedge bem definida. Vale lembrar que o câmbio afeta as receitas e também as despesas, com pouco menos de um terço dos gastos dolarizados.

Unidas

LCAM3

Alocação: 4%

A Unidas é uma companhia de locação de veículos e de terceirização de frota que surgiu da união, anunciada no final de 2017, das empresas Locamerica e Unidas.

Considerando os dois segmentos combinados, a companhia é a segunda maior do setor em tamanho de frota. Isso favorece fatores que são bastante importantes em seu negócio, como ampla rede de pontos de distribuição, diluição de custos fixos, custo de financiamento e poder de barganha na compra de veículos.

Adicionalmente, o setor ainda apresenta grande potencial de crescimento uma vez que sua penetração e a participação de mercado das maiores empresas ainda são baixas se comparadas a outros países.

Vale

VALE3

Alocação: 4%

A Vale é uma das maiores produtoras de minério de ferro do mundo (deve voltar a ser a maior no ano que vem), segmento que responde por mais de 75% da receita da companhia. O restante está dividido entre metais básicos, com destaque para níquel e cobre, e carvão.

Os resultados recentes, como não poderia deixar de ser, têm sido muito afetados pela tragédia ocorrida em Brumadinho, no começo do ano passado. Além das despesas adicionais para reparar o irreparável, parte considerável da sua produção foi afetada pelas iniciativas para aumentar a segurança em sua operação. Além disso, no 2T, a pandemia também afetou a produção da Vale.

Ainda assim, a companhia não revisou o guidance, mas avisou que a produção deve ficar mais perto do piso da sua estimativa.

A queda do volume vendido teve dois efeitos principais. Por um lado, a companhia teve uma menor diluição do seu alto custo fixo, mas, por outro, houve elevação do preço do minério no mercado internacional, tendo em vista a importância da Vale nesse cenário.

O minério tem mostrado uma grande resiliência em relação a outras commodities nessa pandemia. A tendência era que a companhia retomasse o patamar de produção de minério de 2018 entre 2021 e 2022, o que pode ser alterado tendo em vista os efeitos do coronavírus. A Vale já revisou para baixo o guidance para 2020, por exemplo.

A nossa recomendação também está bastante embasada no grande desconto que vemos nos papéis da companhia em relação aos demais players do setor, listados no exterior.

S&P 500 (ETF)

IVVB11

Alocação: 60%

O IVVB11 é um ETF que replica o S&P 500, principal índice de ações dos EUA. Ao comprar IVVB11, se está adquirindo ações de 500 das maiores empresas americanas, sendo assim um investimento bastante diversificado. Entre elas estão Microsoft, Apple, Amazon, Facebook e Google.

Além dos benefícios comuns à maioria dos ETFs, outra característica positiva é que este fundo realiza os investimentos em dólar, servindo, assim, como proteção para o portfólio.

Rentabilidade Histórica

 out/19nov/19dez/19jan/20fev/20mar/20abr/20mai/20jun/20jul/20Acumulado
Carteira de Ações2,5%5,8%5,6%5,5%-8,5%-18,6%16,4%5,6%8,0%5,5%25,9%
     Ações Brasil3,4%1,1%14,5%4,3%-12,7%-39,3%14,9%9,4%14,7%12,1%6,8%
       Ibovespa4,6%0,9%6,8%-1,6%-8,4%-29,9%10,3%8,6%8,8%8,3%0,4%
     Ações EUA1,7%10,5%-3,4%6,8%-4,4%2,2%17,9%3,0%3,5%1,1%43,7%
       S&P 500 (em R$)1,9%9,0%-2,6%6,6%-4,4%1,9%18,8%1,6%4,3%0,8%42,7%
Benchmark3,2%5,0%2,1%2,5%-6,4%-14,0%14,5%4,4%6,1%3,8%20,2%
vs. Benchmark-0,7 p.p.0,8 p.p.3,4 p.p.3,0 p.p.-2,1 p.p.-4,6 p.p.1,9 p.p.1,2 p.p.1,8 p.p.1,7 p.p.5,7 p.p.
Rentabilidade desde 07/10/2019.
O benchmark é calculado por meio da rentabilidade do Ibovespa e do S&P 500 de maneira proporcional à alocação da carteira em Ações Brasil e Ações EUA.

 

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