Carteira Capital

Carteira Capital - Novembro/2020

Samuel Torres, CFA30/10/2020

Conforme havia antecipado no mês passado, de fato, outubro foi marcado por bastante volatilidade, principalmente em sua segunda metade.

O mês até que vinha bem, recuperando parte das perdas de setembro, apesar de alguns percalços no caminho.

O mercado continuou na expectativa de aprovação de um novo pacote de estímulos nos EUA. No início de outubro Trump chegou a interromper as negociações com os Democratas, afirmando que aprovaria um grande pacote econômico após as eleições, o que foi mal recebido. Mas logo ele voltou atrás e as negociações foram retomadas.

Porém, o mês terminou e não se chegou a um acordo. Novas discussões devem ficar apenas para após o fim das votações, que acontecerá em 3 de novembro.

No Brasil, a preocupação com a questão fiscal do governo continuou no centro das atenções. Paulo Guedes e Rodrigo Maia voltaram a se entender e a se unir a favor das reformas econômicas e do teto dos gastos. Porém, durante o mês, não houve avanço nessa direção e na última semana eles voltaram a se desentender.

Também vimos uma aceleração da inflação, novamente puxada pelos preços dos alimentos. Todavia, também saíram notícias sobre empresários relatando dificuldades para comprar matérias-primas, como papelão, aço e plástico, o que tem elevado a alta dos preços, elevando mais ainda a preocupação com a inflação.

Apesar disso, e ainda que continue afirmando que a questão fiscal é um dos principais riscos para a estabilidade doa preços, o Copom manteve a taxa Selic em 2,00% a.a., indicando que deve continuar nesse patamar por um tempo.

Falando em Selic, desde setembro, o Tesouro Selic vinha apresentando desvalorização, em decorrência de os investidores terem passado a demandar um deságio para aplicar no título, equivalente a exigirem maiores taxas, em função do aumento do risco fiscal e do grande volume de rolagem de dívida pelo governo.

Para contornar esse problema, Banco Central e Tesouro Nacional implementaram uma ação conjunta, alterando a estratégia de oferta de títulos públicos e de operações compromissadas, limitando a frequência, prazos e valores de leilões das operações compromissadas, o que chegou a funcionar durante alguns dias, com o Tesouro Selic recuperando parte das perdas.

Na Europa (e também nos EUA), os casos de covid-19 continuaram a aumentar em ritmo bastante forte, fazendo com que o número de casos diários nessa segunda onda já tenha ultrapassado de longe as quantidades vistas na primeira em alguns países.

Por isso, diversos países começaram a impor novas restrições. Na França, foi anunciado novo lockdown, que deve ficar em vigor até pelo menos 1º de dezembro. Já a Alemanha definiu uma paralisação parcial por um mês e a Itália implementou um toque de recolher para determinadas atividades. A Espanha está cogitando seguir o mesmo caminho desses países.

Em resumo, apesar de até termos visto alguns dados econômicos melhores do que o esperado no Brasil, EUA, China e outros países, a não evolução da agenda de reformas econômicas por aqui, a não aprovação de um pacote de estímulos nos EUA e a força da segunda onda de contágio de covid-19 e seus impactos praticamente zeraram os ganhos (ou até foram para o campo negativo) de boa parte dos ativos no mês, sejam em ações, renda fixa ou fundos imobiliários.

Olhando para a frente, é bem possível que vejamos novas quedas em decorrência de uma continuidade do aumento do número de infectados e de consequentes anúncios de novas restrições, que podem, na verdade serem oportunidades de compra (contanto que faça sentido dentro de seu perfil e que você esteja com sua reserva de emergência em dia) para quem investe pensando no longo prazo (nosso caso).

Os resultados das eleições americanas podem trazer alguma volatilidade, mas não vejo nenhum dos cenários possíveis como negativo no sentido de justificar uma redução da posição em IVVB11, ainda mais porque essa posição dolarizada serve de proteção para o resto do portfólio.

Sendo assim, não realizamos alterações nas alocações para novembro, que seguem conforme indicado na tabela abaixo:

Escolha o perfil da sua carteira:

Ativo Setor/Tipo Alocação
Renda Fixa 90.5%

Tesouro Selic 2025

Tesouro IPCA+ (ETF)

IMAB11

Tesouro Prefixado (ETF)

IRFM11

Tesouro Selic 2025

Pós-fixado 80.0%

Tesouro IPCA+ (ETF)

IMAB11

Indexado à inflação 4.5%

Tesouro Prefixado (ETF)

IRFM11

Prefixado 6.0%
Fundos Imobiliários 2.0%

Hedge Brasil Shopping

HGBS11

Kinea Renda Imobiliária

KNRI11

XP Log

XPLG11

Hedge Brasil Shopping

HGBS11

Shoppings 0.5%

Kinea Renda Imobiliária

KNRI11

Escritórios e Galpões Logísticos 0.5%

XP Log

XPLG11

Galpões Logísticos 1.0%
Ações 7.5%

S&P 500 (ETF)

IVVB11

Ibovespa (ETF)

BOVA11

S&P 500 (ETF)

IVVB11

ETF 5.5%

Ibovespa (ETF)

BOVA11

ETF 2.0%
Ativo Setor/Tipo Alocação
Renda Fixa 75.5%

Tesouro Selic 2025

Tesouro IPCA+ (ETF)

IMAB11

Tesouro Prefixado (ETF)

IRFM11

Tesouro Selic 2025

Pós-fixado 50.0%

Tesouro IPCA+ (ETF)

IMAB11

Indexado à inflação 10.5%

Tesouro Prefixado (ETF)

IRFM11

Prefixado 15.0%
Fundos Imobiliários 5.5%

Hedge Brasil Shopping

HGBS11

Kinea Renda Imobiliária

KNRI11

XP Log

XPLG11

Hedge Brasil Shopping

HGBS11

Shoppings 1.0%

Kinea Renda Imobiliária

KNRI11

Escritórios e Galpões Logísticos 1.0%

XP Log

XPLG11

Galpões Logísticos 3.5%
Ações 19.0%

S&P 500 (ETF)

IVVB11

Ibovespa (ETF)

BOVA11

S&P 500 (ETF)

IVVB11

ETF 14.0%

Ibovespa (ETF)

BOVA11

ETF 5.0%
Ativo Setor/Tipo Alocação
Renda Fixa 63.0%

Tesouro Selic 2025

Tesouro IPCA+ (ETF)

IMAB11

Tesouro Prefixado (ETF)

IRFM11

Tesouro Selic 2025

Pós-fixado 25.0%

Tesouro IPCA+ (ETF)

IMAB11

Indexado à inflação 15.5%

Tesouro Prefixado (ETF)

IRFM11

Prefixado 22.5%
Fundos Imobiliários 9.0%

Hedge Brasil Shopping

HGBS11

Kinea Renda Imobiliária

KNRI11

XP Log

XPLG11

Hedge Brasil Shopping

HGBS11

Shoppings 2.0%

Kinea Renda Imobiliária

KNRI11

Escritórios e Galpões Logísticos 2.0%

XP Log

XPLG11

Galpões Logísticos 5.0%
Ações 28.0%

S&P 500 (ETF)

IVVB11

Ibovespa (ETF)

BOVA11

S&P 500 (ETF)

IVVB11

ETF 20.5%

Ibovespa (ETF)

BOVA11

ETF 7.5%

Como montamos a Carteira Capital

A Carteira Capital é uma carteira de investimentos completa que visa a acumulação de capital no longo prazo para que você possa conquistar a independência financeira e alcançar seus objetivos, tais como obter qualidade de vida na aposentadoria, viajar, pagar a faculdade dos filhos etc.

Acreditamos que um bom planejamento financeiro pode ser simples e acessível a todos, sem necessidade de conhecimento dos jargões do mercado financeiro, de realização de operações complicadas ou de contratação de serviços caros, inviáveis à maioria das pessoas.

Assim, utilizando metodologias conceituadas no mercado e na academia, com embasamento teórico e prático, criamos uma carteira descomplicada, em que você pode investir com pouco dinheiro, de maneira rápida, segura e simples.

Caso tenha dúvidas de como realizar os investimentos, confira nossos tutoriais que ensinam o passo a passo desde a abertura de conta em uma corretora até a compra dos ativos recomendados.

Nossa carteira também proporciona rentabilidade, diversificação, risco controlado, liquidez e baixo giro de ativos (o que diminui custos de transação e pagamento de impostos). Ela é composta por ativos com características diferentes e complementares.

Em muitas ocasiões, a desvalorização de um ativo é compensada pela valorização de outro. Por isso, recomendamos fortemente que você invista em todos os ativos que compõem a carteira, em proporções próximas das sugeridas (não precisa ser exatamente os percentuais indicados) e acompanhe a rentabilidade consolidada, ao invés de observar a rentabilidade de cada ativo de forma individual.

Nós atualizaremos mensalmente a Carteira Capital. Porém, nesse meio-tempo, fique ligado em nossa newsletter, a Capital Now, no relatório semanal Balanço da Semana e em nossos canais no Instagram e no Facebook para se manter por dentro dos principais acontecimentos que movem o mercado.

Abaixo, apresentaremos mais detalhes sobre as características e fundamentos para a indicação de cada ativo. Dessa forma, entraremos em aspectos um pouco mais técnicos e, assim, é normal que nem tudo fique claro. Mas não se preocupe, estamos aqui para tirar suas dúvidas.

Renda Fixa

Tesouro Selic 2025

O Tesouro Selic é considerado o investimento mais seguro do Brasil, uma vez que é emitido pelo governo federal e permite resgate diário sem risco de perda de rentabilidade. Este título apresenta rentabilidade praticamente igual à taxa Selic.

Ele tem uma mecânica muito parecida com a poupança, mas com maior rentabilidade e menor risco. De forma geral, o Tesouro Selic deveria substituir suas aplicações em poupança, independentemente do seu horizonte de aplicação, dado que, mesmo com tributação, esse investimento apresenta maior retorno.

Tesouro IPCA+ (ETF)

IMAB11

O IMAB11 é um ETF que replica o IMA-B, um índice de referência (tal qual o Ibovespa é na classe de ações) composto apenas por títulos de renda fixa emitidos pelo governo com rendimento protegido da inflação.

Além dos benefícios comuns à maioria dos ETFs, outra característica positiva é o Imposto de Renda de 15% sobre os ganhos em qualquer prazo de investimento. Comprando os títulos diretamente no Tesouro Direto, só se atinge o patamar de 15% mantendo o investimento por pelo menos dois anos.

O IMA-B, atualmente, é composto por 13 títulos Tesouro IPCA+ com vencimentos entre 2020 e 2055.

Tesouro Prefixado (ETF)

IRFM11

O IRFM11 é um ETF que replica o IRF-M P2, um índice de referência (tal qual o Ibovespa é na classe de ações) composto apenas por títulos de renda fixa emitidos pelo governo com rendimento prefixado.

Além dos benefícios comuns à maioria dos ETFs, outra característica positiva é o Imposto de Renda de 15% sobre os ganhos em qualquer prazo de investimento. Comprando os títulos diretamente no Tesouro Direto, só se atinge o patamar de 15% mantendo o investimento por pelo menos dois anos.

O IRF-M P2, atualmente, é composto por 16 títulos prefixados com vencimentos entre 2020 e 2031.

Fundos Imobiliários

Hedge Brasil Shopping

HGBS11

O fundo Hedge Brasil Shopping, gerido pela Hedge Investments, foi criado em 2006 e realiza investimentos adquirindo participações de shoppings centers. Atualmente, o fundo detém participação em shoppings localizados em cinco estados e 11 cidades, de modo que a carteira apresenta um bom grau de diversificação regional. Os destaques são: Parque D. Pedro, Penha, Mooca Plaza, Tivoli, West Plaza, Floripa Shopping etc.

Os fundos de shoppings foram os mais impactados pela crise relacionada ao coronavírus, em função do fechamento de grande parte dos empreendimentos. Todos os empreendimentos do fundo já retomaram as operações, com algumas restrições.

O HGBS11, até o momento, afirmou que manterá distribuições de rendimentos utilizando caixa do fundo, mas com a queda das receitas dos shoppings, já houve redução significativa do valor das últimas distribuições do HGBS11.

Em setembro, o gestor do fundo fez uma proposta para adquirir a fatia de 23% que ainda não detém diretamente do ativo Praça da Moça. O dono dessa fatia é um outro fundo gerido pela mesma Hedge, cujas cotas já são majoritariamente detidas pelo HGBS11. Dessa forma, na prática, a proposta seria para comprar cerca de 1/5 das cotas restantes do fundo que tem essa participação no shopping, o que representaria um investimento de cerca de R$ 17 milhões apenas.

Kinea Renda Imobiliária

KNRI11

O Kinea Renda Imobiliária, gerido pela Kinea, foi criado em 2010 e detém uma carteira diversificada composta por edifícios corporativos (correspondendo a 48% das receitas do fundo) e galpões logísticos (correspondendo a 52% das receitas) localizados em São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro e locados para mais de 50 empresas. Os imóveis do fundo apresentam alta taxa de ocupação, indicando a boa qualidade do portfólio do fundo.

Quase 45% da receita do fundo é gerada por inquilinos no modelo de contrato atípico, que garante maior segurança nos momentos de crise, como o atual.

No final de agosto de 2019, o gestor comunicou a aquisição de dois terrenos na cidade de Cabreúva, um dos principais eixos de logística do estado de São Paulo, para a construção de um centro logístico a ser alugado por renomada empresa varejista por meio de um contrato de longo prazo, o que deverá beneficiar os investidores do fundo no médio prazo.

XP Log

XPLG11

O XP Log Fundo de Investimento Imobiliário é gerido pela XP Vista Asset Management, da XP Inc. (nome do Grupo XP), e possui uma carteira bem diversificada de galpões (dois em construção) alugados para diversos locatários, entre eles Via Varejo, Leroy, Renner e Grupo Pão de Açúcar.

Quase 66% da receita do fundo é gerada por inquilinos no modelo de contrato atípico, que garante maior segurança nos momentos de crise, como o atual. Ainda assim, o fundo já recebeu solicitações de flexibilização das condições dos contratos de locação e há um locatário inadimplente.

O fundo tem dois galpões em desenvolvimento que serão localizados em Cajamar, um município que fica na região metropolitana de São Paulo e que é muito buscado por empresas de varejo como centro de distribuição para toda a região. Um deles já está alugado para a Leroy Merlin e deve ficar pronto em 2020. O outro deve ser finalizado no primeiro trimestre de 2021 e ainda não está alugado, porém acreditamos que não deverá ser difícil encontrar um locatário, dada a excelente localização.

Em junho, o fundo realizou uma nova emissão de cotas, para fazer frente ao pagamento dos galpões citados acima e para financiar a expansão de outro ativo.

Em julho, o XP Log anunciou a aquisição do Santana Business Park, em Santana do Parnaíba, grande SP. O imóvel está 100% locado.

Em agosto, o fundo anunciou a aquisição de dois novos ativos, um no Rio e um em São Paulo, por R$ 374 milhões, o que elevou a vacância do fundo de 3% para 9%. O contrato de venda contava com um “prêmio de locação” a ser pago pelo vendedor por 19 e 13 meses, respectivamente, mas já foi fechado um contrato com a Leroy Merlin.

Ações

S&P 500 (ETF)

IVVB11

O IVVB11 é um ETF que replica o S&P 500, principal índice de ações dos EUA. Ao comprar IVVB11, você está adquirindo ações de 500 das maiores empresas americanas, sendo assim um investimento bastante diversificado. Entre elas estão Microsoft, Apple, Amazon, Facebook e Google.

Além dos benefícios comuns à maioria dos ETFs, outra característica positiva é que esse fundo realiza os investimentos em dólar, servindo, assim, como proteção para o portfólio.

Ibovespa (ETF)

BOVA11

O BOVA11 é um ETF que replica o Ibovespa, principal índice de ações brasileiro. Ao comprar BOVA11, você está adquirindo ações de aproximadamente 70 das maiores empresas brasileiras, sendo assim um investimento bastante diversificado. Entre elas estão Petrobras, Itaú, Bradesco, Banco do Brasil, Vale e Ambev.

Rentabilidade Histórica

 out/19nov/19dez/19jan/20fev/20mar/20abr/20mai/20jun/20jul/20ago/20set/20out/20Acumulado
Conservadora1,0%0,8%0,9%0,4%-0,3%-1,2%1,0%0,7%0,8%0,5%0,7%-0,1%0,0%5,4%
     % do CDI243,3%214,8%261,7%111,4%-117,6%-363,8%360,1%310,4%351,0%271,4%413,0%-56,5%30,8%147,4%
Moderada2,1%1,7%2,1%0,5%-1,6%-4,6%2,6%1,6%1,8%1,1%1,4%-0,5%-0,2%8,1%
     % do CDI527,8%436,2%598,0%123,8%-559,1%-1346,2%927,9%671,8%817,9%568,4%868,2%-296,0%-124,2%221,9%
Agressiva2,9%2,3%3,0%0,5%-2,6%-7,0%3,9%2,4%2,7%1,6%2,0%-0,8%-0,3%10,6%
     % do CDI741,4%604,0%846,8%136,3%-888,7%-2058,5%1382,1%1006,0%1239,5%806,6%1263,9%-503,2%-206,1%292,9%
CDI0,4%0,4%0,4%0,4%0,3%0,3%0,3%0,2%0,2%0,2%0,2%0,2%0,2%3,6%
Rentabilidade desde 07/10/2019.

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